Dr. Celso Ferreira de Camargo Sallum Filho
Endocrinologia e Clínica Médica
🩺 Endocrinologia
Equilíbrio hormonal e saúde integral
A endocrinologia é a especialidade médica dedicada ao estudo dos hormônios — substâncias essenciais que regulam praticamente todas as funções do organismo. Esses hormônios são produzidos por diferentes glândulas, como a tireoide, hipófise, adrenais, pâncreas, paratireoides, testículos e ovários, cada uma com um papel específico na manutenção do equilíbrio corporal.
Formação Acadêmica
Graduação em Medicina
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) / Escola Paulista de Medicina (EPM)
Residência em Clínica Médica
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) / Escola Paulista de Medicina (EPM)
Residência em Endocrinologia
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) / Escola Paulista de Medicina (EPM)
Fellow
Sansum Diabetes Research Institute – Santa Barbara, CA
Doenças Tratadas
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💉 Diabetes Tipo 2
O diabetes tipo 2 ocorre quando os níveis de glicose (açúcar) no sangue ficam persistentemente acima do normal. A glicose é a principal fonte de energia do organismo e vem, em grande parte, dos alimentos que ingerimos — embora também possa ser produzida pelo fígado. Após as refeições, é natural que os níveis de glicose aumentem. Em pessoas com diabetes tipo 2, porém, esse aumento tende a ser mais intenso e prolongado, pois o organismo passa a ter resistência à insulina (ou dificuldade na sua produção). A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, é responsável por permitir que a glicose entre nas células, onde será utilizada como fonte de energia. Quando esse mecanismo não funciona adequadamente, o açúcar se acumula na corrente sanguínea, provocando alterações metabólicas que exigem acompanhamento médico e mudanças de estilo de vida. O tratamento busca restabelecer o equilíbrio glicêmico, prevenindo complicações e promovendo bem-estar.
💉 Diabetes Tipo 1
O diabetes tipo 1 ocorre quando o sistema imunológico passa a atacar as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, o hormônio que permite que a glicose entre nas células para gerar energia. Como resultado, o organismo passa a produzir pouca ou nenhuma insulina, e a glicose se acumula no sangue. Pessoas com diabetes tipo 1 precisam repor a insulina diariamente, de forma contínua e individualizada, para manter o controle glicêmico e o bom funcionamento do corpo. Embora essa forma da doença fosse mais comum em crianças e adolescentes, hoje é cada vez mais diagnosticada também em adultos. O termo “diabetes juvenil” deixou de ser utilizado justamente porque o diabetes tipo 1 pode se manifestar em qualquer idade. Com o acompanhamento adequado, tecnologia de monitorização e ajustes personalizados, é possível viver com equilíbrio, segurança e qualidade de vida.
🤰 Diabetes Gestacional
O diabetes gestacional é uma forma temporária de diabetes que pode surgir durante a gravidez. Ele ocorre quando o organismo da gestante não consegue utilizar a insulina de maneira eficiente, fazendo com que os níveis de glicose no sangue fiquem mais altos do que o normal. Na maioria dos casos, o diabetes gestacional não causa sintomas evidentes, motivo pelo qual todas as gestantes devem ser testadas para alterações da glicemia em algum momento da gravidez. Quando há diagnóstico, o tratamento é iniciado imediatamente, com ajustes na alimentação e acompanhamento médico regular. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de insulina para manter a glicose sob controle e garantir uma gestação segura. Com orientação adequada e monitorização contínua, é possível manter o equilíbrio metabólico e proteger a saúde da mãe e do bebê.
🦋 Distúrbios da Tireoide
A tireoide é uma pequena glândula localizada na parte anterior do pescoço, responsável pela produção de hormônios que regulam o metabolismo, o uso de energia, o consumo de oxigênio e a geração de calor pelo corpo. Os distúrbios da tireoide surgem quando há um desequilíbrio na liberação desses hormônios — seja por produção excessiva (hipertireoidismo) ou produção insuficiente (hipotireoidismo). Essas alterações podem provocar mudanças no peso, no ritmo cardíaco, no sono, na disposição e até no humor. Embora sejam condições comuns, exigem avaliação médica cuidadosa para determinar a causa e definir o tratamento mais adequado. Com diagnóstico preciso e acompanhamento contínuo, é possível restabelecer o equilíbrio hormonal e a qualidade de vida.
⚖️ Obesidade
A obesidade é uma condição caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e está associada a um aumento significativo do risco de diversas doenças. Entre as principais complicações estão o diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral, alterações ortopédicas, cálculos biliares, dislipidemia, gota e até determinados tipos de câncer. Além de elevar o risco de morte prematura, a obesidade também pode dificultar o tratamento de outras condições clínicas, interferindo no metabolismo e na resposta aos medicamentos. O manejo da obesidade requer uma abordagem individualizada e multidimensional, que inclui mudanças no estilo de vida, acompanhamento médico contínuo e, quando indicado, o uso de terapias farmacológicas ou intervenções específicas. Mais do que reduzir o peso, o objetivo é restabelecer o equilíbrio metabólico, melhorar a saúde global e a qualidade de vida.
🦴 Osteoporose
A osteoporose é uma condição caracterizada pela perda gradual da densidade e da qualidade dos ossos, aumentando o risco de fraturas mesmo com pequenos traumas. O equilíbrio hormonal tem papel fundamental na manutenção da saúde óssea — tanto em mulheres quanto em homens. Durante e após a menopausa, a queda nos níveis de estrogênio é um dos principais fatores associados à perda óssea. Nos homens, a redução gradual da testosterona — e, consequentemente, dos níveis de estrogênio produzido a partir dela — também pode contribuir para o enfraquecimento dos ossos. Além dos fatores hormonais, a alimentação inadequada, o sedentarismo e o excesso de exercícios sem orientação adequada podem acelerar esse processo. A prevenção e o tratamento da osteoporose envolvem avaliação hormonal e metabólica, orientação nutricional, exercícios físicos regulares e, quando indicado, o uso de medicações específicas que auxiliam na formação e preservação da massa óssea. Manter o equilíbrio hormonal é, portanto, essencial para proteger os ossos e preservar a qualidade de vida em todas as fases.
🧠 Doenças da Hipófise
A hipófise é uma pequena glândula localizada na base do cérebro, com cerca do tamanho de uma ervilha, mas com uma função essencial: regular o funcionamento de praticamente todo o sistema endocrino. Por produzir e liberar diversos hormônios que atuam em outras glândulas — como a tireoide, as adrenais, os ovários e os testículos — a hipófise é frequentemente chamada de “glândula mestra”. Quando há alterações na sua função, podem surgir diferentes distúrbios hormonais, como deficiência ou excesso na produção de hormônios. Entre as condições mais comuns estão o hipopituitarismo, o adenoma hipofisário, a síndrome de Cushing, a acromegalia e o prolactinoma, cada uma com manifestações clínicas específicas. O diagnóstico requer avaliação hormonal detalhada e exames de imagem, e o tratamento deve ser individualizado, podendo incluir terapia medicamentosa, acompanhamento clínico ou, em alguns casos, cirurgia. O acompanhamento por um endocrinologista é essencial para manter o equilíbrio hormonal e o funcionamento adequado do organismo.
📏 Déficit de Hormônio do Crescimento (GH)
O hormônio do crescimento (GH) é produzido pela hipófise, uma pequena glândula localizada na base do cérebro, e tem papel essencial em diversos processos do organismo. O déficit de GH ocorre quando o corpo não produz esse hormônio em quantidade suficiente. Em crianças, essa deficiência pode causar baixo crescimento, além de afetar o desenvolvimento dos músculos, dos ossos e a distribuição da gordura corporal. Em adultos, o GH também é importante para a composição corporal, força muscular, densidade óssea, metabolismo da glicose e dos lipídios, e seu déficit pode levar a fadiga, aumento de gordura corporal, redução de massa magra e piora da qualidade de vida. O diagnóstico é feito por meio de testes hormonais específicos e exames complementares, e o tratamento — quando indicado — envolve a reposição controlada de GH, sempre com acompanhamento médico especializado. O objetivo é restaurar o equilíbrio metabólico e favorecer o desenvolvimento saudável em cada fase da vida.
🧔 Andropausa
Com o passar dos anos, é natural que os níveis de testosterona, principal hormônio masculino, sofram uma redução gradual. Essa diminuição pode variar de intensidade entre os homens e, em alguns casos, gerar sintomas como cansaço, perda de massa e força muscular, redução da libido, alterações do humor e disfunção sexual. Esse conjunto de manifestações é conhecido popularmente como andropausa, ou mais precisamente, hipogonadismo masculino tardio. Nem todos os homens apresentam sintomas significativos, mas quando eles interferem na qualidade de vida, é fundamental uma avaliação médica detalhada, com dosagens hormonais e investigação de outras possíveis causas associadas. Quando indicado, o tratamento pode incluir a reposição hormonal de testosterona, sempre sob acompanhamento médico especializado, para garantir segurança, monitoramento laboratorial e resultados equilibrados. O objetivo é restaurar o bem-estar, a vitalidade e a saúde global do paciente.
❤️ Colesterol e Triglicerídeos
O aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos — condição chamada de dislipidemia — pode ocorrer em adultos e crianças, geralmente como consequência de hábitos alimentares inadequados, sedentarismo ou doenças metabólicas e genéticas. Essas alterações comprometem a saúde cardiovascular, favorecendo o acúmulo de gordura nas artérias e elevando o risco de infarto, acidente vascular cerebral e outras complicações cardíacas. O tratamento envolve uma abordagem abrangente, que inclui mudanças no estilo de vida, orientação nutricional, atividade física regular e, quando necessário, o uso de medicações específicas. Com acompanhamento médico adequado, é possível restaurar o equilíbrio lipídico e reduzir de forma significativa o risco de eventos cardiovasculares.
🌸 Distúrbios da Menstruação
O ciclo menstrual é regulado por uma interação complexa entre os hormônios produzidos pela hipófise, pelos ovários e pelo hipotálamo. Quando há alterações nesse equilíbrio, podem ocorrer irregularidades menstruais, como ausência de menstruação (amenorréia), ciclos muito curtos ou longos, sangramentos excessivos ou menstruação mais de uma vez ao mês. Essas variações podem ter diversas causas — desde disfunções hormonais, alterações da tireoide, síndrome dos ovários policísticos (SOP), estresse, mudanças de peso ou até condições metabólicas. A investigação adequada envolve avaliação clínica e exames hormonais, permitindo identificar a origem do problema e orientar o tratamento mais apropriado. Com acompanhamento especializado, é possível restabelecer o equilíbrio hormonal e a regularidade do ciclo menstrual, promovendo saúde e bem-estar.
👧🧑 Distúrbios da Puberdade
A puberdade é o período em que o corpo passa por transformações hormonais que marcam a transição da infância para a vida adulta. Essas mudanças incluem o crescimento acelerado, o surgimento de pelos corporais, o desenvolvimento das mamas nas meninas e o aumento do volume testicular nos meninos. Quando essas características aparecem muito cedo — como pelos pubianos, odor axilar ou mamas antes da idade habitual —, pode haver um quadro de puberdade precoce, que requer avaliação médica para identificar a causa. Da mesma forma, adolescentes que não iniciam o desenvolvimento puberal no tempo esperado também necessitam de investigação, pois isso pode indicar alterações hormonais ou genéticas. O diagnóstico envolve exames clínicos, laboratoriais e de imagem, permitindo determinar a origem do distúrbio e definir o tratamento adequado. Com acompanhamento endocrinológico, é possível orientar o crescimento e o desenvolvimento de forma saudável e equilibrada.
🩸 Doenças das Glândulas Supra-Renais
As glândulas supra-renais, também chamadas de adrenais, estão localizadas acima de cada rim e exercem funções vitais no controle do metabolismo e da resposta ao estresse. Elas produzem hormônios essenciais, como o cortisol e a aldosterona, responsáveis por regular a glicemia, o metabolismo de proteínas e gorduras, a pressão arterial e as reações do corpo diante de situações de estresse físico ou emocional. Quando há disfunções nas glândulas supra-renais, podem surgir condições como o hipercortisolismo (síndrome de Cushing), o hipocortisolismo (doença de Addison), o hiperaldosteronismo e distúrbios na produção de androgênios. Essas alterações podem se manifestar com fadiga, perda ou ganho de peso, alterações da pressão arterial, escurecimento da pele, fraqueza muscular e desequilíbrios metabólicos. O diagnóstico é feito por meio de exames hormonais e de imagem, e o tratamento deve ser individualizado, conforme a causa e a gravidade do distúrbio. Com acompanhamento endocrinológico especializado, é possível restabelecer o equilíbrio hormonal e melhorar a qualidade de vida.
🌙 Menopausa
A menopausa é uma etapa natural do ciclo de vida da mulher, marcada pela interrupção definitiva da menstruação e pela diminuição da produção de estrogênio e progesterona pelos ovários. Embora seja um processo fisiológico, essa transição pode vir acompanhada de ondas de calor, alterações do sono, variações de humor, queda da libido, ressecamento vaginal e mudanças no metabolismo. Esses sintomas podem impactar o bem-estar e o convívio social, mas existem formas seguras e eficazes de aliviá-los. O endocrinologista tem papel fundamental em avaliar o perfil hormonal da paciente, compreender as particularidades de cada caso e propor o tratamento mais adequado, que pode incluir mudanças no estilo de vida, suplementações ou terapia de reposição hormonal, quando indicada. Com acompanhamento médico, é possível atravessar essa fase de forma saudável, equilibrada e com qualidade de vida.
🌺 Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma condição caracterizada por um desequilíbrio hormonal que interfere na ovulação e no funcionamento normal dos ovários. É o distúrbio endócrino mais comum entre as mulheres em idade reprodutiva, e pode se manifestar de diferentes formas, o que muitas vezes leva ao diagnóstico tardio ou subestimado. Entre os sintomas mais frequentes estão irregularidade menstrual, aumento de pelos corporais, acne, queda de cabelo, dificuldade para engravidar e tendência ao ganho de peso. A infertilidade é uma das possíveis consequências da SOP, mas com acompanhamento médico adequado e tratamento direcionado, é possível restabelecer o equilíbrio hormonal e a função ovulatória. O manejo envolve uma abordagem individualizada, que pode incluir mudanças no estilo de vida, controle metabólico, medicações específicas e, em alguns casos, tratamentos voltados à fertilidade. O objetivo é melhorar os sintomas, prevenir complicações e promover saúde a longo prazo.
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